Home > XVII Encontro

 

Voltar |

Imprimir |

Favoritos

 

"Ciência é a disposição para aceitar fatos, mesmo quando eles se opõe aos desejos." (Skinner, 1953, p.12)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 2008

Todos os Direitos Reservados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A proposta da Análise do Comportamento vai muito além... Rompe com os paradigmas e práticas vigentes. Não é fácil derrubar padrões estabelecidos há milênios. A inovação sempre encontra resistência Skinner (1994, p. 20) escreveu “Apesar do quanto possamos ganhar ao admitir que o comportamento humano é o objeto próprio de uma ciência, nenhuma pessoa que seja produto da civilização ocidental pode assim pensar sem uma certa luta.”

A vinda do Prof. Keller ao Brasil possibilitou a formação do primeiro grupo de analistas do comportamento: Dra. Carolina Bori, Dr. Isaías Pessotti, Dr. João Todorov, Dr. Luis Otávio Seixas Queiroz, Dra. Maria Amélia Mattos, Dr. Mario Guidi, Dra. Rachel Kerbauy, entre outros. Aprenderam com o mestre os conhecimentos trazidos sobre a Análise Experimental do comportamento e da proposta desenvolvida pelo seu amigo Skinner sobre a Ciência do Comportamento e o Behaviorismo Radical. Uma proposta renovadora para a psicologia na compreensão do homem embasada no modelo científico. O comportamento humano é o seu objeto de estudo, se opondo aos modelos mentalista e dualista. A profundidade da proposta teórica, os estudos experimentais desenvolvidos e as aplicações incipientes mostravam a coerência e solidez do novo modelo. Os alunos do Prof. Keller formaram-se professores e foram para algumas regiões, iniciando sua árdua tarefa de ensinar o novo modelo sem deixar de continuar com a própria formação. A sensibilidade e empenho desses formadores trouxeram novos adeptos a proposta de Skinner e da Análise do Comportamento possibilitando a propagação do conhecimento para outras regiões do país e assim sucessivamente.

 

E todo esse processo do conhecimento, é claro, envolveu muita dedicação e luta constante para derrubar as barreiras de uma cultura mentalista e estabelecer uma proposta monista da Ciência do Comportamento e Behaviorismo Radical. Associamos nosso modelo e desafio à árvore Fícus Bengalus ou Fícus Benjamim: suas raízes são profundas e fortes – como nosso corpo de conhecimento teórico – formando uma árvore grande e frondosa com muitas folhas bem verdes. A sua beleza é inegável, igualmente podemos dizer de nossa abordagem. A reprodução dela se dá através de ramos nascidos em seus galhos. Basta tirar e plantá-los e surgirá uma nova árvore. O nosso conhecimento vem sendo disseminado assim: cada aluno leva um pouco do seu professor, passa a ensinar e aplicar seu aprendizado possibilitando novos galhos e, então, novas árvores. Esse processo se torna sem fim. Além disso, as raízes do Fícus são tão fortes chegando a quebrar muros, rachar casas, similar a nossa tarefa de romper paradigmas vigentes desde o Prof. Keller. Outro belo paralelo com a nossa abordagem: com força e persistência aos poucos avançamos e nos fortalecemos.

Os nossos Encontros anuais também têm esse objetivo fortalecer as bases e raízes do conhecimento teórico e aplicado na troca de experiências, pesquisas, estudos entre outros. E, ainda, agregar novos membros e adeptos de todo o Brasil. O Fícus será o símbolo do nosso XVII Encontro da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental.

Sejam Bem-vindos!

 

Patrícia Piazzon Queiroz

Presidente do Encontro da ABPMC

 

 

 

Home | XVII Encontro | Quem somos | Associar-se | Galeria | Links | Eventos | Contato

Este site utiliza recursos em Flash, caso você não consiga visualizar,

 clique aqui para instalar o plugin em seu computador.