Campinas, ,

 

Home |

Favoritos | Contato

 

 

"Os principais problemas enfrentados hoje pelo mundo só poderão ser resolvidos

 se melhorarmos nossa compreensão do comportamento humano" (Skinner, 1974, p.8)

 

 

Programação XVIII Encontro ABPMC - 2009

PAINEL

Título do Painel: PRÁTICAS PARENTAIS DE MÃES ADOLESCENTES E SEUS BEBÊS
Autor(es):
Sária Cristina   Nogueira, Universidade Estadual Paulista (UNESP)Câmpus Bauru
Maithê Cristina   Uliana, Universidade Estadual Paulista (UNESP)Câmpus Bauru
Elisa Rachel Pisani  Altafim, Universidade Estadual Paulista (UNESP)Câmpus Bauru
Rafaela de Almeida   Schiavo, Universidade Estadual Paulista (UNESP)Câmpus Bauru
Olga Maria Pizentin Rolim  Rodrigues, Universidade Estadual Paulista (UNESP)Câmpus Bauru
Resumo: A constatação de que existe uma alta freqüência de ocorrência de gravidez na adolescência e os possíveis problemas a ela associados justificam a preocupação com as mães adolescentes e os seus filhos e, em especial a atenção às suas práticas parentais. A história de interação da criança com seus cuidadores durante os primeiros anos é a base para suas futuras relações sociais. Neste âmbito, fica evidente a necessidade de se atentar para as diversas estratégias utilizadas por essa população para orientar o comportamento de seus filhos. No presente estudo foi aplicado o instrumento “Inventário de Estilos Parentais para Mães de Bebês” (adaptado de Gomide 2006), que consta de 25 itens, sendo cinco de cada um dos conjuntos de práticas: monitoria positiva, negligência, punição inconsistente, disciplina relaxada e abuso físico, com o objetivo de verificar a existência de diferença no comportamento materno de acordo com o gênero do bebê. Participaram da pesquisa 76 mães adolescentes, sendo 37 mães de bebês do sexo feminino e 39 mães de bebês do sexo masculino. Os resultados do teste Mann-Whitney mostraram que há uma diferença significativa entre a prática monitoria positiva (p = 0.02) entre as mães adolescentes com relação às meninas do que com os meninos. Nas demais práticas educativas não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas relacionadas ao sexo do bebê. A literatura mostra que há diferenças nas práticas parentais relacionadas ao sexo da criança e esse trabalho mostra que é possível observar isso desde as primeiras relações que as mães adolescentes estabelecem com seus bebês.

<< Voltar


 

Home | XVII Encontro | Quem somos | Associar-se | Galeria | Links | Eventos | Contato

Este site utiliza recursos em Flash, caso você não consiga visualizar,

 clique aqui para instalar o plugin em seu computador.